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Mostrando postagens de dezembro, 2025

Perícia Grafotécnica e Inteligência Artificial: Inovações Tecnológicas na Análise de Escritas.

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A Análise de assinaturas e escritos manuais sempre foi um pilar fundamental da documentoscopia para garantir a autenticidade e identificar fraudes. No entanto, estamos vivendo uma nova era: a integração da Inteligência Artificial (IA) no cotidiano do perito grafotécnico.  Acabo de publicar um artigo na Revista Plêiade onde exploro justamente essa transição. O trabalho detalha como ferramentas digitais modernas — baseadas em redes neurais e aprendizado de máquina — estão elevando o patamar de precisão das análises periciais. O que você encontrará no artigo: Tecnologia de Ponta: Como algoritmos de reconhecimento de padrões conseguem identificar nuances da escrita que muitas vezes escapam ao olho humano. Precisão e Confiabilidade: O papel das novas ferramentas digitais para mitigar subjetividades e fortalecer a prova técnica. Desafios Jurídicos: Uma reflexão sobre a admissibilidade desses novos laudos no sistema judiciário e como o Direito está recepcionando as provas geradas po...

Artigo para Educere et Educare – Revista de Educação (2009):

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Um mergulho em um tema complexo e fundamental para a filosofia e a sociedade: "Algumas Considerações Sobre a Educação Concebida por Karl Marx" . Apesar de o tema da educação não ter sido o foco central da obra de Marx, ele está inevitavelmente entrelaçado com sua análise das relações socioeconômicas e políticas . O que você encontrará neste artigo? Neste estudo, o propósito é pontuar algumas questões que convidam a uma releitura do pensamento de Marx no contexto educacional contemporâneo . Logo: A Educação sob a Lente da Alienação: Como Marx via a educação como parte da superestrutura de controle das classes dominantes; A Crítica à Escola Burguesa: A oposição de Marx à educação oferecida pelo Estado Nação capitalista e seu desacordo com um currículo baseado em distinções de classe; O Ideal da Formação Omnilateral: A proposta marxista de uma educação socializada, igualitária , que deve ser intelectual, física e técnica . O objetivo é recuperar o pleno desenvolvimento humano...

Poesia para a Coletânea "Foreign Souls", Irlanda, 2017:

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  Às linhas tortas e...certas. De sua imagem E semelhança Fez-me Deus; Cativa e amorosa Com a missão de juntar-me Aos teus. Eu nunca fui eu. Presa à dúvida E à solidão, Restou-me A luta incessante, Para sair Da escuridão.

Poesias para Coletâneas Apparere, Editora Perse (2018):

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  O amor honesto   Quem saberia ou caberia, Amar como convém? E quem nutriria Um sentimento que vai além?   O amor honesto Não se confunde; Não é funesto, Vive em total plenitude.   Amar é adentrar É vivenciar; É entender que ao seu lado, Tudo irá passar.   O egoísmo aqui jaz, Já não se satisfaz. Pois há vida e flores, Há verdades e amores.   Em tempos tão desonestos, Caberá ao amor, Em sua plenitude, Nos guiar a vias sem dor. Amor (ir)racional   É tão (ir)racional Desmedido Sobrenatural O amor animal.   Não falo do ser humano, Ser ir(racional) Cruel e, Banal.   Falo dos peludos; Sim, dos quatro patas Ou até dos sem patas, Pois para o amor, Não há intrusos.   Que amor é este, Que nos eleva Nos irradia Embebeda E contagia?  

Poesias para Coletâneas Apparere, Editora Perse (2019):

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  O metro do certo   Já foi caro, Hoje, está Mais ainda; Ser quem é À morte, fulmina.   Cada passo Largo, dado; O quilômetro Dá o ar Da graça; À distância, alcança.   Lança, Solta o laço Do abraço; Estreita o errado; Mede o Fardo.   Brado À covardia, Irradia; Quanto custa, O metro, Do certo?   Quem sabe? (Haikai) Ah, o amor! Tão sublime, até em dor. Faz do ódio, teu ditador.

Artigo para a Revista da Faculdade Sant'Ana (2019):

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Estado e democracia: perspectivas de um Brasil atual. O presente trabalho procura mostrar, a situação brasileira atual (2019) diante das últimas escolhas e motivações sociais as quais originaram o desmantelo político recente e, consequentemente o desmanche dos direitos, deveres e garantias. Direitos de ser quem somos; o dever de cumprir o que de fato deve ser orientado e, a garantia de que tudo venha a manter a perfeita ordem. "O Estado sou eu", já dizia Luiz XIV, rei da França. E, relembrando o passado, vê-se o presente desenhar o futuro sobre um domínio estatal desenfreado e grotesco. A democracia envolta à corrupção e à imposição de uma cartilha já em desuso ou ainda, inaceitável em meio ao bom senso comum. Pois ao Estado moderno não cabe regressão, mas progresso. Sendo assim, o respeito à Constituição e, acima de tudo, à valorização do indivíduo enquanto máquina motriz, para o desenvolvimento de uma nação.  Artigo:  ESTADO E DEMOCRACIA: PERSPECTIVAS DE UM BRASIL ATUAL

Texto para Coletânea Apparere, Editora Perse (2020):

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  Clarice Lispector e sua introspecção literária, por M. S. de Oliveira   “Gostar de estar vivo dói.” (Felicidade Clandestina).                     Ucraniana forçada a deixar seu País natal em 1922, em decorrência da Guerra Civil Russa e da perseguição aos judeus na Europa, tornou-se uma das maiores autoras de obras intimistas que versam sobre o cotidiano corriqueiro, em suma, do ponto de vista feminino. A epifania faz-se presente, quando a escritora compreende a essência de algo. Na Literatura é uma forma de mostrar um conceito. Mas para o autor, é produzir um texto que transmita um entendimento completo das suas ideias para o leitor. E, para Clarice, seria como uma espécie de revelação bem característica de suas obras que tinham um cunho psicológico forte, através da descrição dos personagens e os conflitos internos vividos pelos mesmos.  Bem se vê e entende-se a variedade ofertada em termos de conflitos, visto qu...

Cordel para Coletânea Apparere, Editora Perse (2021):

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  Centenário de Paulo Freire - Um Cordel à sua homenagem:   De Joaquim e Edeltrudes A 19 de setembro de 1921 Nascia em Recife Um educador estupendo E não era só mais um.   Inovou no ensino adulto Elevou, levou afora Cá e acolá, O Mundo conheceu Paulo Freire E melhor não há.   Ainda menino Viu as primeiras dificuldades Em família; A mãe em desespero Pediu arrego, Foi no “Oswaldo Cruz” Como auxiliar de disciplina E logo mais Na maestrina.   Em 1943 veio o Direito A Filosofia nas Belas Artes A Diretoria na Educação e Cultura Quem mais chegou à altura? Mais adiante Capibaribe A Conferência filosofal E intelectual Jamais viu-se nada igual.   Em sua obra O “oprimido”, no Chile E a “autonomia” do processo De aprendizagem; O vocabulário do cotidiano E a realidade das “paisagens”.   E foi em 1962 Em Angicos Sertão do Rio Grande do Norte Que 300 trabalhadores Tiveram a maior sorte Em “quarenta horas” A leitura foi o forte.   Para os mais afetados Uma “praga...

Texto para Coletânea Apparere, Editora Perse (2022):

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Um País em cárcere...   200 anos? Ora, pois! Já dizia “Camões”. Mas de que, ao certo? Nunca fomos livres. Vez ou outra aparece alguém a arregalar os olhos para o “nosso”, nosso País, para o “nosso” ... Bem se vê, ainda, o fidalgo, com suas calças curtas, de “menino travesso”, disfarçado de “bom moço”, eloquente em artimanhas e surrupios. Sempre estivemos à mercê do desmanche arbitrário do que pode ou não ser feito. Ainda vivemos sob o jugo desigual e de uma esperança ainda distante. Nossos interesses e liberdades negligenciados, muitas vezes, por um “disse me disse” sem nexo. Outrora, os arroubos portugueses, agora, os interesses familiares do “Poder” e seus conchavos. Acabou a mamata? A alta dos preços, do dólar, o desemprego, o desalento, a subserviência... Onde será a próxima ocorrência? Agora faz, arminha com a mão! Já começamos do erro. Da exploração, da morte, do estupro. Fomos violentados, exilados, massacrados, roubados, aniquilados... Roubaram-nos um País, nossa origem, no...

Poesia para Coletânea Apparere, Editora Perse (2024):

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  Se não é amor...   É a dor É a cor De ser Quem é.   Negro, mulato Pacato, recato Acato O abraço.   O cheiro, o toque O retoque; O estoque da ânsia. O pecado.   É errado? Amar e ser amado? Ser “colorido”, O negro, o mulato?

Cordel para Coletânea Apparere, Editora Perse (2024):

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  De mim para mim   Seria presunçoso Uma auto eleição? Uma escolha De mim para mim?   Pois bem; Anos 80 Família de Professores.   Alto sertão, A cerca, A seca, o ferro Do portão.   De pai Político, Professor e Protético.   Mãe guerreira, Professora, Costureira.   Minha Infância, Poucas Lembranças. Com o tempo E, apesar do Reconhecimento, Há ainda Certo tormento.   Uma vida Em contínua Aflição.   Entre rimas E versos, soluços Imersos Na desolação.   Cada linha Em prosa Remonta À fúria, Silenciosa.   Presa, Sufocada; Na família Marginalizada.     Nunca Foi minha A liberdade; À crueldade, Mantinha.   Livros, Coletâneas, Artigos...; Circos, Insônias, Castigos...   Nasci No berço Errado. Mas não Calo, Embalo.   Resisto, Persisto, Insisto À tormenta De anos E a passada De panos.   Por trás De um nome, Uma semente Que sente.   Escritos, Manuscritos, Folhas, Gritos... Noites A fio; Pulso Em desafio.  ...